@2019 por Mark Greathouse

©Todas as fotos são de autoria dos professores da Ansel

Mark é um apaixonado pela arte da fotografia. Durante suas andanças pelo mundo, foi percebendo que fatias cada vez maiores de sua vida estavam sendo preenchidas por ela. Finalmente, enquanto estudava medicina na pequena ilha de Grenada em 2010, essa paixão se tornou grande demais e decidiu que era com uma câmera fotográfica (e não com um estetoscópio) na mão que queria fazer sua carreira. Não poderia ter feito uma escolha mais feliz...

Idealizou, em 2018, o projeto da Ansel, movido pela vontade de dividir com outras pessoas essa sua paixão que é a fotografia. Convidou então o Luís, a Cleu (que juntos formam a Duopo Produções) e o Paulo PSilva (melhor designer das galáxias) para o ajudarem a realizar esse sonho.

Mark é nosso professor dos cursos: Perdendo o Medo do Flash, Simplificando a Iluminação na Fotografia de Casamento e da maioria das nossas expedições fotográficas!

“Músico, Fotógrafo, Filmmaker e boa gente experiente, Luis Ritter lança-se no registro da luz, inspirado pelas luzes da ribalta e pela música.

O registro fotográfico faz-se partitura, como se momentos especiais pudessem ser novamente executados para transformar a vida das pessoas. Como música, a fotografia e o vídeo de Ritter é repleta de sutilezas: a verdade do músico no palco a executar sua peça, a visão do conjunto e o destaque do singular, solista; as texturas, os intervalos, a harmonia. Tudo naturalmente musical. Luis Ritter é, na fotografia e no vídeo, um profissional dedicado. Lança-se depois de certificar-se de que está pronto. Preparado por grandes mestres, ele toma agora as atenções no palco principal, devidamente ensaiado.

Luzes, por favor!”

A fotografia entrou em sua vida meio de repente, mas aos poucos o Paulo foi sacando que era qualquer coisa relacionada a ela que ele gostaria de fazer pro resto da vida. Aos poucos fui se especializando em pós produção e diagramação de álbuns. Quando começou a ensinar, descobriu outra paixão que não sabia que teria. E não parou. Passou a curtir demais edição de vídeos, motion design e assim, vai construindo um acervo gigante de ferramentas para dominar o mundo.

Além de fotógrafa, Cleu também é escritora. Para ela, essa paixão pelas letras e pela fotografia são complementares. Apaixonada por natureza, foi para a área da Biologia bem cedo, e ali descobriu a potência de fotografar o mundo natural. A escrita já estava em Cleu, e com a fotografia tudo aflorou ainda mais.

 

O que a faz, está escrito nela; nas suas palavras, nas suas fotos, no seu querer. É ali onde Cleu se sente mais conectada a si: quando em posse de um lápis ou uma câmera fotográfica, rodeada de plantas, paisagens e animais.

Felipe Temponi é mineiro de Belo Horizonte, empresário, fotógrafo e professor de fotografia. Considera a câmera fotográfica e a poesia os melhores caminhos para se comunicar. Por meio das lentes e dos textos consegue se expressar e fazer com que os outros se aproximem e entendam sua visão de mundo. Foi assim, também,  que ampliou a sua visão do outro, passando a enxergar e entender melhor a beleza das relações humanas e as encantadoras emoções que as permeiam. Para ele a fotografia é um belo e poderoso vetor de aproximação e com ela pôde conhecer lugares, histórias e pessoas incríveis. Mais tarde, descobriu que ensinar como fazer isso, era uma de suas maiores paixões. Segue aprendendo e se encantando com tudo o que faz.

Quando jovem fotografei a casca de uma cigarra percebi que ali moravam duas coisas mágicas: a transformação da cigarra e a minha própria. Um pouco antes a arte já vinha me espreitando e eu me alimentava dos deliciosos sabores da música. E vinha observando os sons nas cores, nas formas, nos movimentos, quando fui embebecido por uma descoberta: já podia doar o que eu recebia e chamei isso de educar. Comecei a dar aulas de fotografia, encontrei minha missão. Fotografar é se perceber, em si e no outro, se relacionar e superar a si mesmo. Dar aula também é isso. Ambos fazem parte da possibilidade de inspirar, respirar, soprar um movimento e deixar-aparecer-algo.

Desde então fazem muitos anos que navego na embarcação da educação, bem acompanhado com alunos-parceiros no processo do deixar-aparecer-algo.

 

E com o passar do tempo, volto a lembrar da minha primeira foto, meu primeiro haikai do eterno transformar-se:

casca oca:

a cigarra

cantou-se toda

(bashô)

Fotógrafa por escolha e amor, e apaixonada por contar histórias, encontrei na fotografia materno-infantil uma forma de conectar o passado ao futuro, permitindo que famílias revisitem sempre seus momentos mais alegres. Acredita que compartilhar é uma troca, permitindo que as duas partes cresçam sempre.

Com especialização nas áreas de ensaios femininos, moda e fotografia de recém-nascidos, coletou toda sua bagagem ao longo do tempo para estabelecer-se na fotografia especializada em Gestante e Newborn. Com mais de 4 anos de experiência em sala de aula e uma formação em andamento em Cinema e Audiovisual, acredita que uma abordagem metódica e uma linguagem atemporal podem ser ferramentas poderosas para se firmar no mercado da fotografia infantil e materna.